quinta-feira, 8 de abril de 2010

O calor da frescura

A novela começou cedo este ano... 

A sala definida seria no subsolo e com ar-condicionado. Porém, "Maria do Bairro" resolveu, baseado em questões ocultas, trocar nosso destino neste ótimo semestre com 7 (na verdade umas 4) disciplinas e acabou nos agraciando com uma sala de depoimentos da Santa Inquisição...

Bravos guerrilheiros  da turma trilharam os meandros do pátio em busca de justiça! Afinal, estamos em uma faculdade de direito.








Só que, ao chegarem às muralhas do castelo, em vez de Rapunzel gritando por socorro, receberam baforadas de fogo de Tiamat.






E todos voltaram chamuscados e desiludidos para as suas cadeiras inquisitorias.








 Não iríamos nos conformar com esta punição que recebemos injustamente, sem antes lutar. Após o breffing final do Escalão de Assalto (ataque), decidimos não pegar em armas ainda, digo armas de fogo.





Protocolamos um Requerimento (Visualizar) expondo os motivos óbvios que nos dão direito de estar numa sala com ar-condicionado e expondo o que todos já sabem: os critérios para as escolhas da sala não são nada transparentes, acho que nem sequer opacos.

Hoje é a grande noite, quando saberemos se na própria escola de justiça, conseguiremos exigir uma decisão justa, ou se os métodos alopoéticos imperam até na Casa de Tobias.


Talvez faça parte do nosso aprendizado, experimentar os reais sentimentos de revolta, frente às injustiças de pleno direito, capazes de despertarem nossos instintos mais primitivos e entender como funciona o fluxo das fontes reais de poder.

Conseguirá "Maria do Bairro" vencer mais essa quebra-de-braços contra àqueles que estão sempre errados: os alunos?

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